Hat das Israelische Gesundheitsministerium Daten manipuliert, damit die 3. Dosis akzeptiert wird?


A "terceira dose" foi supostamente manipulada para obter aceitação. Três pesquisadores - Oz Koren, Shoshy Altuvia e Retsef Levi - acusam o Ministério da Saúde israelense de manipular fraudulentamente os dados sobre a eficácia do impulsionador do Pfizer.

Foco na Manipulação de Dados

Se confirmado, isto seria um verdadeiro estrondo para o dólar, não apenas para as autoridades israelenses, mas também para o resto do mundo ocidental, que está preso a uma estratégia de "todas as vacas".

Oz Koren e sua equipe relataram que o Ministério da Saúde praticamente manipulou os dados em seu painel, mudando o status de vacinação dos casos positivos registrados nos aeroportos.

Em um dia, por exemplo, o número de casos confirmados foi de 118 entre os vacinados e 242 entre os não vacinados. De repente, os dados mudaram e houve 10 casos vacinados confirmados em comparação com 350 não vacinados.

O que o ministério não considerou é que os dados originais são acessíveis através do arquivo web Waybackmachine e das telas do Conselho de Emergência.

Oz Koren e sua equipe têm vídeos mostrando estas manipulações fraudulentas. Além disso, o Conselho publicou screenshots dos dados originais e dos dados "revisados". A diferença é marcante.

Acontece que o Ministério da Saúde de Israel já fez isso com comentários em um post do Facebook intitulado "Vamos falar sobre os efeitos colaterais". Ele excluiu os comentários que descreviam os efeitos adversos. O Departamento de Saúde e Serviços Humanos ainda não respondeu a essas alegações.

Números superestimados na Eficácia do Booster

Oz Koren e sua equipe também criticaram os resultados do estudo, que foi publicado no New England Journal of Medicine (NEJM), em 15 de setembro de 2021. O estudo constatou que o reforço da vacina Covid-19 da Pfizer reduziu significativamente o risco de infecção em pessoas com mais de 60 anos de idade.

Os autores do estudo, incluindo Sharon Alroys-Preis, M.D., chefe do Departamento de Saúde Pública do Ministério da Saúde de Israel, utilizaram dados do Painel de Controle do Ministério da Saúde.

De acordo com Oz Koren, a análise é parcial porque a maioria das pessoas testadas não foram vacinadas. Este detalhe não foi levado em conta. A proteção oferecida por uma terceira injeção da vacina é muito menor do que a anunciada pelo Ministério da Saúde, se acreditarmos nos três pesquisadores que citamos.

Se tudo fosse confirmado, poder-se-ia dizer que Israel desempenhou um papel pioneiro na vacinação, mas também nas distorções de dados, a fim de participar da ordem sanitária internacional.