Os cientistas se preocupam com substâncias tóxicas em máscaras faciais comumente usadas?


Cientistas alemães descobriram substâncias químicas perigosas em algumas das máscaras à venda e utilizadas pelo público em geral.

Eles também estão preocupados que o uso contínuo destes dispositivos crie sérios problemas de saúde para os usuários, uma vez que eles, inconscientemente, respiram em carcinógenos, alergênios e minúsculas microfibras sintéticas depositadas em seus pulmões, de acordo com a mídia alternativa Ecotextile em 1º de abril.

 

As máscaras faciais que são feitas e vendidas ao público não atendem aos mesmos padrões das máscaras utilizadas pelo pessoal médico.

Um dos especialistas alertando sobre estes riscos é o Professor Michael Braungart, diretor do Instituto Ambiental de Hamburgo e co-fundador do mundialmente conhecido padrão ambiental Cradle to Cradle.

"O que estamos respirando pela boca e pelo nariz é na verdade um resíduo perigoso", argumenta Braungart.

Braungart detectou produtos químicos cancerígenos como anilina, formaldeído e branqueadores ópticos fortemente restringidos em bens de consumo pelas autoridades européias e americanas.

Outros cientistas encontraram uma forte contaminação de fluorcarbonos perigosos, formaldeído e outras substâncias potencialmente cancerígenas em máscaras cirúrgicas.

"Só posso dizer 100% que tenho preocupações semelhantes às do Prof. Braungart", observou o químico líder, CEO e co-fundador do Modern Testing Services Augsburg (Alemanha), Dr. Dieter Sedlak.

A China é o principal país do mundo a produzir máscaras, e 85% vem de fábricas ligadas ao PCC, que têm levantado preocupações sobre certas deficiências nos processos e a opacidade das cadeias de abastecimento, relata o Daily Mail.

 

O próprio uso das máscaras é controverso. O jornalista italiano Cesare Sacchetti argumenta que a pandemia é um embuste e ilustra a falsa proteção atribuída ao uso constante das máscaras, contrastando-a com a diminuição das infecções no Texas quando as máscaras não são mais usadas.